
Leonardo Foletto, Caco Barcellos, Mariana Castro, Paulo Markun, e Eugênio Bucci
Em homenagem aos 50 anos da morte do jornalista Vladimir Herzog (1937–1975), um dos maiores símbolos da luta pela liberdade de imprensa no Brasil, o Instituto Vladimir Herzog realiza um evento especial que une memória histórica e tecnologia.
Com curadoria do jornalista Paulo Markun, a programação propõe reflexões sobre a trajetória de Herzog e debate como a inteligência artificial (IA) pode contribuir para a preservação da memória coletiva e o fortalecimento dos direitos humanos.
Em um contexto marcado pela disseminação de desinformação e pelo impacto dos algoritmos nas narrativas públicas, esta atividade propõe um experimento inédito: um chatbot treinado com reportagens, textos e depoimentos de Herzog responderá a perguntas do público em tempo real.
A iniciativa busca provocar reflexões sobre o potencial da tecnologia como guardião da memória histórica e instrumento de defesa da verdade.
Mesa de debate dedicada a discutir os desafios éticos, técnicos e sociais do uso da inteligência artificial na preservação da memória coletiva.
O painel vai analisar como a tecnologia pode ser usada para preservar a história, promover o debate público e reforçar os valores democráticos.
O evento contará com a presença de nomes de destaque no jornalismo e na pesquisa acadêmica, que ajudarão a contextualizar a importância de Herzog e sua contribuição para a democracia brasileira:
Vladimir Herzog foi um dos mais importantes jornalistas brasileiros do século XX.
Preso, torturado e morto pela ditadura militar em 1975, tornou-se um símbolo da resistência democrática e da luta pela liberdade de imprensa. Sua morte mobilizou a sociedade civil e marcou um divisor de águas na história política do país.

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